Cerimónia dos 25 anos da Sanitop

No passado dia 5 de Abril de 2018, entre as 21h30 e as 23h00, decorreu no Teatro Sá de Miranda, em Viana do Castelo, a Cerimónia dos 25 anos da Sanitop, empresa sediada em Viana do Castelo e com projeção nacional e internacional.

A cerimónia comemorativa dos 25 anos da empresa contou com a presença de diversas individualidades e público em geral que compareceu ao convite lançado, para assistir a um espetáculo memorável do Maestro António Vitorino D’Almeida.

No final foram feitos os agradecimentos, onde se destacaram alguns momentos particulares.

Um grande momento comemorativo para a empresa foi preenchido com um grande momento cultural.

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Olha o passarinho

Olha o passarinho! Dizia-se para conseguir o sorriso e pose para a fotografia! Mas para fotografar esses ícones da fotografia, que mais tarde foram transformados em bananas e recentemente em cheese, já que agora nada é necessário dizer para obter a pose, a tal ponto que basta apontar um câmara fotográfica para sacar a bendita pose. Mas isto é assunto para outras guerras.

Sendo o assunto o do passarinho, esse ser que parece tão igual mas que a sua diversidade resultante de variações evolutivas e adaptativas, permite contemplações tão dispares.

Foi assim, no passado dia 17 de Março, no workshop dinamizado pelo CMIA de Viana do Castelo, que teve como formador Pedro Andrade.

A sessão iniciou com uma manhã teórica seguindo-se com uma saída de campo para observação e identificação, onde pudemos assistir à monitorização de alguns exemplares de aves da área visitada.

Chegada com preparação para a caminhada didática de observação de aves.

Lição sobre monitorização de espécies através da identificação por intermédio de anilhas codificadas, com explicação de técnicas para manuseamento do animal por forma a não causar lesões ou stress.

Aspetos técnicos para identificação das espécies.

Locais de observação da Veiga de São Simão.

Observação de habitat e alguns detalhes da fauna local.

Observação do ambiente das diversas aves.

Pedras Ruivas

Pedras Ruivas, na Praia Norte em Viana do Castelo.

Pedras Ruivas

 

Ruivas são estas pedras

de seu nome conhecidas,

albergam um tom dourado

e a história de duas vidas,

a da Doura por ter matado

e a do José por ter morrido!

Hediondo foi o crime

que a vida deste homem tirou,

mas a fotografia redime

no luto de quem suprime,

uma memória esquecida.

E sua penitencia pagou,

la para as terras do ultramar,

passando os dias a bordar

e ao fim de muitos  anos

foi em mestra que se tornou!

Baseado no capítulo: “O crime das Pedras Ruivas” do Livro – Acontecimentos que Viana Sentiu II, de António de Carvalho.

linha do horizonte

O fascínio do por do sol, num fim de tarde na Praia Norte, em Viana do Castelo, mas sem o tradicional sol sobre a linha do horizonte, redondinho e em tons de laranja, numa afirmação clara da luz num contraste com o negro do contraluz.

o pôr do sol de bauhutte

 

Almada Negreiros não teria pensado que o pôr do sol de bauhutte poderia vir a ser uma realidade! E não é! É uma realidade que por analogia fotográfica, a linha do horizonte do pôr do sol, dificilmente se encontra na horizontalidade, fruto da certeza incerta que só meios auxiliares conseguem aproximar do nível da água! Mas a realidade da horizontalidade parece ser fictícia, já que a terra é redonda e a linha do horizonte é curva.

Se assim é, é um erro aparente procurar equilíbrio na linha do horizonte, devendo ser o seu nome correto curva do horizonte.

Por isso a inexistência do equilíbrio seja mais uma miragem porque a sua fundamentação está baseada em conceitos fundamentalmente errados!

Mas a perplexidade da imagem pode levar-nos a pensar que aqueles que diziam que a terra é plana talvez tenham razão e tenha-se evidenciado uma esquina do mundo. Sim! Uma esquina! A esquina daqueles que tem mentes esquinadas, da facilidade de pensar sem usar o cérebro e procurar fundamentar com toda a contrariedade que as massas não ousam aplicar. A facilidade de seguir as multidões poupa o desgaste de seguir a razão da racionalidade da constatação cientifica.

Talvez Almada Negreiros fosse um desse seres que desgasta a mente em busca da razão quando nos seus estudos e obras criativas tentou demonstrar o verdadeiro caminho para a determinação do ponto de bauhutte.

Coisas de um exercito de cinco neurónios, comandados por um sexto neurónio que sofre de uma neuropatia que nada tem a ver com patos e que coabitam com os restantes neurónios do cérebro de Rafael Peixoto.

pôr do sol de bauhutte

Almada Negreiros não teria pensado que o pôr do sol de bauhutte poderia vir a ser uma realidade! E não é! É uma realidade que por analogia fotográfica, a linha do horizonte do pôr do sol, dificilmente se encontra na horizontalidade, fruto da certeza incerta que só meios auxiliares conseguem aproximar do nível da água! Mas a realidade da horizontalidade parece ser fictícia, já que a terra é redonda e a linha do horizonte é curva.

Se assim é, é um erro aparente procurar equilíbrio na linha do horizonte, devendo ser o seu nome correto curva do horizonte.

Por isso a inexistência do equilíbrio seja mais uma miragem porque a sua fundamentação está baseada em conceitos fundamentalmente errados!

Mas a perplexidade da imagem pode levar-nos a pensar que aqueles que diziam que a terra é plana, tenha-se evidenciado uma esquina do mundo. Sim! Uma esquina! A esquina daqueles que tem mentes esquinados, da facilidade de pensar sem usar o cérebro e procurar fundamentar com toda a contrariedade que as massas não ousam aplicar. A facilidade de seguir as multidões poupa o desgaste de seguir a razão da racionalidade da constatação cientifica.

Talvez Almada Negreiros fosse um desse seres que desgasta a mente em busca da razão quando nos seus estudos e obras criativas tentou demonstrar o verdadeiro caminho para a determinação do ponto de bauhutte.

Coisas de um exercito de cinco neurónios, comandados por um sexto neurónio que sofre de uma neuropatia que nada tem a ver com patos e que coabitam com os restantes neurónios do cérebro de Rafael Peixoto.

retrato de alguém

Quando se faz um retrato de alguém, o resultado só importa se ao olharmos a imagem, conseguimos quase que caraterizar a pessoa nos traços visíveis.  No entanto, a maior parte dos retratos não são mais que caraterizações encenadas, onde a pessoa posa representando de forma involuntária perante os constrangimentos do equipamento e do fotógrafo. Isto no caso de se tratarem de modelos voluntários não profissionais. Mas só a continuidade dos registos é que vai conduzindo a um resultado satisfatório e muitos vezes de excelência, com  a interação entre modelo e fotógrafo, onde o fotografo vai mostrando o resultado, dando sugestões de orientação, sem nunca pressionar.

Estes retratos são exemplo desse trabalho.

Os modelos, Nancy Maia, Daniela Tomás e Rafael Torres, alunos do Curso de Operador de Fotografia T3, da ETAP Escola Profissional, Voluntariaram-se para estes retratos, para retrato de estúdio a preto e branco de alto contraste com keylight com softbox e 30% de iluminação da zona direita e posição a três quartos, sobre fundo negro.

 

A luz da imagem porque é a essência da fotografia. Fotografia documental.

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